Ética nas relações de trabalho

Ética nas relações de trabalho é importante para garantir a boa convivência de todos dentro do ambiente profissional. Mas o que isso envolve? Veja neste artigo!

No local de trabalho, certamente, se encontram pessoas com as mais diferentes idiossincrasias, posicionamentos,  pensamento e que entendem de forma particular e única o mundo à sua volta.

E, ainda assim, estão unidas por um objetivo comum. Por isso a coexistência pacífica é altamente necessária para que funções (no contexto profissional) sejam executadas da melhor forma possível.

Vamos ver no decorrer do artigo, como ter ética no ambiente do trabalho e qual a influência disso tanto para a empresa quanto para o futuro profissional do colaborador.

Entendendo ética propriamente

Na filosofia a compreensão particular do sentido de ética, geralmente é entendida como valores intrínsecos do indivíduo que conduzem seu comportamento.

Então pode-se dizer que a ética é algo pessoal, que envolve:

… ser livre com sabedoria e consciência, exercitando o viver bem com outras pessoas, com liberdade e sempre buscando vida plena e justa.

Reprisando que ética e moral são diferentes. A moral é aprendida na sociedade, seja por meio da família, da educação e dos princípios que regem nossa sociedade.

Já a ética é algo interno, e toda moral, na verdade, acaba se submetendo a um valor ético prévio.

Por isso que é tão importante desenvolver uma ética profissional. É ela que reúne o conjunto de:

  • Condutas;

Que auxiliam a conduzir e conscientizar a postura, comportamento e atitude dos profissionais dentro de uma empresa.

Ao certo sabe-se que sem ética profissional não se chega a lugar nenhum.

Isto porque todo indivíduo que, dentro do local de trabalho, demonstra uma conduta ética irreparável consegue conquistar:

  • Confiança;
  • Respeito;
  • Reconhecimento;

Tanto de superiores quanto de colegas e isto, inevitavelmente, fará esta pessoa prosperar na empresa que trabalha.

Princípios da ética nas relações de trabalho

Já definimos que ética é ligada aos valores individuais de cada pessoa.

Contudo, como dentro de uma empresa, diferentes pessoas se reúnem, necessário é estabelecer alguns princípios éticos para regência de relações.

Alguns destes pontos básicos são:

  • Paciência;
  • Honestidade;
  • Humildade;
  • Coleguismo;

Sendo assim, entre os apontamentos práticos que podemos fazer com relação à ética nas relações de trabalho temos:

  1. Trabalho em equipe

Desenvolver o respeito por colegas – que acaba facilitando muito o trabalho em equipe – é fundamental para aumentar o capital intelectual de uma empresa.

É no trabalho em equipe que nossos limites são superados, e as proficiências individuais somadas são capazes de enfrentar desafios com excelência.

  1. Fofocas

Quando se fala de alguém pelas costas diz mais sobre a pessoa que está falando do que sobre a que está sendo falada.

Nunca nenhum ambiente de trabalho será favorecido por esta prática, e os problemas vem sempre a reboque.

Evite fofocas como parte de sua postura ética dentro do meio corporativo.

  1. Ouça sempre

Ouvir é sempre importante para tomar as melhores decisões sobre qualquer decisão dentro de uma empresa.

Envolve ter respeito pelos colegas, e daí é possível que surja soluções nunca antes imaginadas.

Neste pequeno, mas importante compêndio sobre ética nas relações de trabalho, podemos perceber:

… Como ter princípios morais é importante e como isso pode influir positivamente na carreira individual de qualquer pessoa.

Por isso, fique atento para sempre manter uma postura ética com vistas a conquistar respeito e confiança.

Porque isso, sem dúvidas, lhe permitirá mais e melhores oportunidades no mercado de trabalho.   

Bullying – como lidar com isso na prática docente

Bullying é uma realidade nas escolas do Brasil e do mundo atualmente. A grande questão que fica para os membros do corpo docente é: como lidar com isso.

Certamente não é um tema simples, mas repleto de particularidades que variam de caso para caso, além de ser ainda assunto sensível para educadores, pais e alunos.

Diante disso, vamos neste artigo mostrar algumas maneiras de encarar este problema para garantir um ambiente saudável e acolhedor onde reine aprendizado e busca pelo conhecimento.

O que é Bullying

Ele se caracteriza principalmente pela manifestação de comportamentos agressivos, sejam físicos ou verbais, feitas de maneira contínua e repetitiva por um ou mais estudantes contra um colega ou grupo específico.

É uma das violências que tem maior crescimento em todo mundo, que não ocorre exclusivamente em ambientes escolares.

O Bullying consecutivo leva a outros estágios de comportamento e pensamentos ruins como:

  • Isolar-se socialmente;
  • Déficit no desempenho escolar;
  • Surgimento de doenças psicossomáticas;
  • Gerar traumas duradouros;

E, algumas circunstâncias mais extremistas e pessoa pode até mesmo cometer suicídio.

A difamação, menosprezo, separatismo, racismo, chantagem e perseguição marcam geralmente as ações relacionadas a esta intimidação.

Mas, é preciso lembrar que brigas pontuais e discussões, além de ocasionais conflitos não podem ser consideradas Bullying.

As características mais comuns deste assédio são:

  • A intencionalidade em ferir, física ou psicologicamente, um alvo;
  • A repetição contínua da agressão;
  • A formação e presença de um público que funciona como espectadores da humilhação;
  • A ocasional concordância do alvo com a ofensa praticada contra ele.

Como lidar com o Bullying na escola?

É necessário que haja uma relação entre corpo docente e aluno que seja aberta e clara.

Para que desta forma, a pessoa que esteja passando pela agressão saiba que tem alguém com quem contar e recorrer.

Toda a equipe pedagógica deve se manter atenta para identificar com rapidez quais são perseguidos e quais são perseguidores antes que a situação se agrave.

Uma providência que pode ser tomada pelos responsáveis da instituição e professores é manter um registro de ocorrência regular e bem organizado.

Isto permite que se tenha uma visão mais clara do que realmente está acontecendo na escola.

Igualmente servirá para identificar focos de problemas, de forma que possa se agir preventivamente.

E também atribuir punições de forma justa e eficiente, de forma que elas não se tornem problema futuro para vítimas de humilhação.

O exemplo também deve ser demonstrado pelos professores para com alunos, colegas de trabalho e funcionários da escola. Isto vale para todos os graus de hierarquia da instituição.

Isso condiz com aquele dito “o exemplo vem de cima”, pois:

… Um membro do corpo docente que ri de alguma zombaria praticada, incentiva ou reproduz este comportamento somente tende a reforçá-lo e incentivá-lo.

Outras atitudes válidas para inibir Bullying na escola

Em síntese, diminuir casos de comportamentos e eventos deste mal, também envolve outras premissas, como por exemplo:

  • Incentivar a generosidade, cooperação, respeito e consideração pelas diferenças;
  • Promover campanhas visando à cultura de tolerância e paz;
  • Desenvolver atividades e trabalhos visando que os alunos compreendam e sintam, por meio de interpretação, a posição de diversos papéis envolvidos em um conflito;
  • Manter as portas da direção sempre abertas para conversas com os alunos;
  • Criar um ambiente de colaboração e comunicação dentro de sala de aula e em todas as dependências da instituição.

Já não é de hoje que vemos como o Bullying pode levar a resultados trágicos, entre depressão, suicídio e até mesmo massacres dentro de escolas.

Motivos não faltam para que todo o corpo docente se una contra este mal, propiciando assim uma escola mais segura, onde conhecimento e respeito sejam sempre prioridades.

Práticas socioafetivas – Para que é isso na prática docente

Práticas socioafetivas são importantes de serem adotadas pelo corpo docente e fazem toda diferença no desenvolvimento educacional.

Pois, de acordo com teóricos da psicologia do desenvolvimento, como Vigotski e Piaget, construção do afeto no dia a dia da escola é tão importante quanto a metodologia de ensino aplicada na classe de aula.

Pois se o desenvolvimento da inteligência é voltado à construção do objeto no mundo físico…

… a afetividade é voltada para elevar a sensibilidade interior do ser humano, bem como, melhorar a convivência social no mundo.

Então vamos entender qual o objetivo da educação afetiva na prática e cotidiano da docência.

Entendo a prática socioafetiva

É necessário, primeiramente, ressaltar a importância da afetividade no cotidiano escolar.

Somente pelo desenvolvimento do afeto é que possível construir uma relação baseada no:

  • Respeito;
  • Confiança;
  • Admiração.

Além de elevar a autoestima e desenvolver a autonomia de todos os estudantes.

Pois, se por meio do afeto a educação for incapaz de propiciar a construção do conhecimento, certamente não será pelo castigo e autoridade que surgirão cidadãos mais coerentes.

Desenvolver a prática afetiva é a ponte pela qual vínculos são formados junto ao estudante.

É isto que vai fazer a diferença para que a criança e o jovem extraiam prazer do aprendizado e entendam que sim:

… Adquirir conhecimento é agradável e faz diferença na nossa vida.

A afetividade na prática docente abrange:

  • Percepção corporal, tanto exterior quanto interior;
  • Explicação pessoal de experiências, tanto conscientes quanto inconscientes;
  • Na definição do estado de humor;
  • A formação do caráter.

Sendo assim, colocar na pauta (currículo escolar/plano de aula, etc.) oportunidades para o desenvolvimento destes conceitos – que visam socializar sempre com afetividade – é uma ação crucial para a vida escolar grandiosa.

Visão socioafetiva no espaço de aula

É importante considerarmos e ressaltar que o professor atualmente não apenas é um transmissor de conhecimento, mas sim um mediador na jornada do saber.

Isto exige de todo corpo docente não apenas um amplo conhecimento com relação à sua área de atuação, mas também saber como ser uma pessoa que consiga transmitir conceitos.

Especialmente com relação à:

  • Ética;
  • Dignidade;
  • Valorização da vida;
  • Meio ambiente;

Entretanto, também é necessário demostrar a esses estudantes o que é ser um cidadão coerente e coeso.

Informar sobre direitos e deveres sociais, dando-lhes instrumentos para que desenvolvam maior consciência social é uma tarefa eminente a um professor.

Além disso, é fundamental que o professor siga trabalhando diferentes percepções de valorização humana, por exemplo:

  • Sempre perceber o outro;
  • Compreender a situação que os cerca;
  • Respeitar todas as pessoas;
  • Aprender a ouvir e ajudar;
  • Desenvolver compaixão e empatia.

É preciso que o professor compreenda que o ato de ensinar envolve, além de tudo, humildade. Afinal de contas ninguém sabe tudo.

É necessário encarar que todos que estão na sala de aula passam por aprendizados constantemente.

Outra forma de desenvolver a prática socioafetiva é trazer situações do mundo real para dentro da sala, para assim trabalhar com seus alunos.

A prática socioafetiva deve ultrapassar o espaço escolar

Indo além do espaço físico educacional, o professor também poderá trazer para perto dos estudantes, outras formas interessantes da prática socioafetiva. Como:

  • Chamar a família para junto da escola, criando mais vínculos;
  • Tentar trabalhar questões complicadas e difíceis de forma mais divertida e descontraída;
  • Considerar a vivência pessoal do aluno, questões familiares, lazer e emprego;
  • Respeitar o ritmo de aprendizagem de cada um.

E, para com concluir, sempre é importante ressaltar que:

… Somente através da prática socioafetiva o professor ajuda na transformação de estudantes em cidadãos mais conscientes, mais aptos a encarar percalços da vida no momento atual e futuro.

Administração participativa

Administração participativa é uma das chaves para aumentar a competitividade da empresa, buscando melhores resultados a partir da motivação dos colaboradores.

Esta alternativa superior as antigas estruturas de administração, mostra-se cada vez mais eficiente, possibilitando capacitar pessoas a tomar decisões organizacionais melhores.

A inversão de uma estrutura paradigmática, que geralmente funciona no sentido de cima para baixo para uma que conceda aos funcionários mais responsabilidades e liberdade para tomar decisões.

Além de avaliar possíveis problemas, conseguindo desta forma as melhores soluções gerenciais.

A relevância da administração participativa dentro do ambiente corporativo é o tema deste artigo. Continue a ler…

A importância da administração participativa no mundo corporativo atual

Basicamente foi demonstrado que, com a administração onde mais pessoas participam, é possível alcançar melhores resultados.

Afinal, dentro da organização, é natural observar claramente o desejo dos colaboradores em participar ativamente na solução de problemas.

Não é à toa, já que são eles que tem o contato mais direto com a produção, e também uma visão privilegiada dos processos, o que lhes concede bastante potencial para a melhora dos mesmos.

Então podemos dizer que:

… A administração participativa clama pelo envolvimento, tanto de ordem emocional quanto mental de todos envolvidos nos objetivos organizacionais.

Ela permite que pessoas se unam em torno deste objetivo, e assim extrair o potencial de cada um, criando condições para que todos se expressem e se envolvam ainda mais.

Administração participativa: Implementação

Algumas características envolvidas na implementação desse modo de pensar e agir na empresa são:

#Informação

É necessário que se aprimore a comunicação com colaboradores, fornecedores, clientes e todos que tenham envolvimento com a empresa.

#Processo decisório

O trâmite decisório não deve e não pode ser opressivo. Deve envolver consultar pessoas, de forma individual ou em grupos, e ouvir opiniões para assim ter maior visão sobre o problema e encontrar a melhor solução.

#Gestão compartilhada

Significa mais do que participar do processo decisório, mas sim da própria estrutura de poder institucional da empresa;

#Fazer parte dos resultados

Muitas empresas fazem questão de envolver colaboradores na participação dos faturamentos.

Ainda pode-se implementar comissões em cima de vendas e abonos para aqueles que conseguirem bater metas.

Administração participativa: Vantagens

Reunir ideias diferenciadas sobre um mesmo tema, concedendo assim ao gestor visão mais ampla sobre o problema existente.

Assim, é possível vislumbrar o novo. Pensamentos inovadores, de pessoas que possuem diferentes níveis de conhecimento somente enriquece as possibilidades de alcançar os objetivos.

A administração participativa é utilizar o conhecimento de todos da organização, como se montasse um complexo quebra cabeças.

E assim, perceber que o resultado ao final é muito maior que a simples soma de suas partes.

Isto quer dizer que os conhecimentos unidos podem trazer resultados inesperados, por vezes superiores aos alcançados por consultores externos.

Até porque estes consultores podem entender de mercado e de técnicas avançadas de administração, e são bastante úteis.

Mas quem pode compreender melhor o que acontece com uma empresa do que as pessoas que lá trabalham?

Outra vantagem desta visão participativa, é que gera comprometimento.

Ao permitir que colaboradores façam parte dos processos decisórios, acaba fazendo que todos assumam compromisso com os resultados.

Isto é excelente no campo da motivação. Estimular as pessoas a exercerem plenamente o seu potencial aguça a determinação de todos, o que é extremamente positivo.

Em síntese, o que sabemos é que com o mercado cada vez mais competitivo, é necessário lançar mão de novas técnicas de gestão.

E a administração participativa é uma delas. Integrar funcionários nas decisões corporativas só traz benefícios à empresa como um todo.

Humanização do tratamento e qualidade de vida dos pacientes

Humanização do tratamento está intimamente ligada à qualidade de vida dos pacientes, também envolve respeito pela vida e dignidade. Leia sobre o tema neste texto.

Em diversas especialidades médicas, principalmente aquelas que tratam de enfermidades terminais, o humanismo na relação direta com paciente é princípio que se torna cada vez mais relevante.

Sendo assim, enfermeiros, técnicos de apoio, médicos e mesmo demais colaboradores de uma entidade ligada à saúde, devem estar cientes da necessidade de empatia e colaboração para com pacientes e familiares.

No texto de hoje, vamos abordar de que forma a humanização do tratamento propicia muito mais qualidade de vida para pessoas doentes. Acompanhe!

Humanização do tratamento: Bem mais que belas palavras…

Tornar mais humano o tratamento de pacientes, consiste em um dos maiores desafios da gestão de clínicas e hospitais, no país e no mundo.

Movimentos e estratégias no sentido de promover este modo de atender e de tratar enfermos, podem ser extremamente simples, ou seguir regras mais complexos.

O tratamento humanizado, de forma ampla, deve estar focado em algumas premissas, as quais são:

  1. Aprimorar a qualidade de informações

A informação confiável permite conhecer melhor pacientes e suas necessidades individuais.

Afinal, para poder particularizar o atendimento, compreender melhor o histórico é conceder mais autonomia para enfermeiros, médicos e colaboradores.

Logo, cada prontuário deve estar bastante completo. Principalmente com informações corretas para assim evitar erros grotescos no tratamento.

Em contrapartida a exatidão no prontuário, servirá para reunir condições de conceder o melhor tratamento possível.

  1. Ambiente voltado a humanização

Implementar ambiente humanizado consiste em treinar profissionais dos setores:

  • Enfermagem;
  • Médicos;
  • Colaboradores técnicos;
  • Higienizadores;
  • ..

Dentro destes princípios.

Todos devem estar preparados e prontos para atender pacientes baseados na lógica da solidariedade e do cuidar.

Também é necessário considerar que todos que trabalham no ambiente hospitalar devam estar satisfeitos com a função que executam.

Este clima positivo é facilmente percebido pelos pacientes e familiares. Contudo, o contrário também é verdade.

  1. Buscar sempre a melhora das relações médico-paciente

A relação de qualidade entre paciente, médico e enfermeiro, somente será sólida se o segundo e o terceiro puderem ser capazes de entender também o lado emocional do primeiro.

A compreensão sincera da situação física e psicológica que uma pessoa doente enfrenta, deve existir sempre.

De antemão também é necessário compreender que apenas:

  • Entregar informações;
  • Realizar diagnósticos;
  • Assistencializar pacientes…

São ações fundamentais, porém, não suficiente.

Pois é preciso nutrir real respeito pela realidade da pessoa, assim como respeitar suas aflições e ponderar a condição social, para enfim ter suporte para uma relação mais humana durante o período do tratamento.

  1. Investir na medicina preventiva

Medicina preventiva é sinal de respeito, pois é educativa e aumenta consideravelmente a qualidade de vida de todos.

Outra vantagem da prevenção é poder ter possibilidade de prever cenários futuros e assim, planejar demandas.

Manter acompanhamento regular dos pacientes também e de suma importância quando falamos de humanização do tratamento.

Certos planos de cuidados podem ser estabelecidos, com apoio de equipes multidisciplinares, incentivando hábitos saudáveis, com vista a promover uma vida mais saudável.

Em suma, todos sabemos que a rotina hospitalar tem muito a ganhar se adotar processos mais humanos no seu dia a dia.

E isto vai muito mais do que simplesmente chamar pacientes pelos seus nomes, mas sim estar disposto a atender todas necessidades, no limite do possível.

Certamente, a compreensão de angústias, medos e incertezas, com respeito e valorizando sempre a vida é uma trajetória desafiadora para médicos, enfermeiros e demais colaboradores de uma entidade de saúde.

Porém, é isso que vale a pena nestas profissões tão importantes não é mesmo?

Conheça-a e se transforme em um profissional humanizado!

Cuidados paliativos em oncologia pediátrica

Cuidados paliativos em oncologia pediátrica são basicamente toda e qualquer assistência que é dada aos pacientes que sofrem desta doença crônica chamada câncer.

Muitas vezes, o objetivo da oncologia pediátrica não busca apenas maximizar possibilidades de cura, mas vai além disso:

… compromete-se em diminuir inevitáveis sequelas advindas do tratamento.

Cuidados paliativos são importantes para acolher tanto paciente quanto sua família neste momento tão difícil, desde o diagnóstico até o ocasional processo de perda e luto.

Sabemos que lidar com uma criança diagnosticada com câncer é um dos grandes desafios da pediatria, tanto para médicos como para enfermeiros.

Propositalmente neste artigo vamos abordar mais sobre procedimentos paliativos na oncologia pediátrica – fundamentais para melhorar o nível de qualidade de vida em todas fases do treinamento.

Crianças e o câncer

A incidência de câncer aumenta de forma considerável em todo mundo e, de fato, é um dos maiores problemas referentes à saúde pública atualmente.

No caso pediátrico, dentro do escopo infanto-juvenil, a incidência é bem mais rara do que em adultos.

No Brasil, segundo os números de 2009, foram registrados quase 9.900 casos de câncer pediátrico.

Porém, na faixa que vai dos 5 aos 18 anos, é a terceira maior causa de morte, excetuando-se causas externas e acidentes.

Mas, apesar de tudo, avançamos progressivamente no tratamento desta doença, curando cerca de 70% dos casos.

O grande problema está na demora de se realizar um diagnóstico conclusivo, e alguns motivos para isso são:

  • Medo da comprovação da doença;
  • Confundir os sintomas com outras enfermidades;
  • Desinformação de pais e médicos.

Mas, uma vez que é confirmado o diagnóstico de câncer, tanto a criança quantos familiares, serão “jogados” literalmente para um mundo novo, nos quais várias adaptações serão necessárias.

As dinâmicas familiares serão bruscamente alteradas, e não é incomum o sentimento de impotência vindo dos pais.

Por isto, que mais do que o tratamento e acompanhamento médico, é necessário que sejam tomadas medidas, especialmente para aqueles pacientes que não conseguem se curar.

Neste contexto, cuidados paliativos são extremamente importantes, principalmente quando destinados àquelas pessoas no qual a doença não responde mais a nenhum tratamento com objetivo curativo.

Cuidados paliativos: princípios e objetivos

Paliativo é oriunda da palavra Pallium, que é uma cobertura utilizada por reis e grandes autoridades, e até hoje a Igreja Católica Apostólica Romana usa para cobrir o Santíssimo Sacramento.

Portanto, podemos deduzir então que paliativo é tudo aquilo que visa proteger o indivíduo:

… sua dignidade e individualidade, mesmo que não existam mais possibilidades de cura.

É tentar minimizar o sofrimento, tentar conceder a melhor qualidade de vida possível, e fazer compreender que a morte é, no final, processo natural da vida.

Os modelos de cuidados paliativos variam muito, mas alguns que são recomendados pela OMS (Organização Mundial de Saúde) são:

  • Prestar sempre o máximo cuidado ativo para corpo, alma e mente;
  • Dar sempre suporte à família;
  • Tentar aliviar sofrimentos, de ordem física, social e psicológica;
  • Influenciar positivamente o curso da enfermidade, por aumentar o máximo possível a qualidade de vida;
  • Oferecer todo sistema de apoio para a família e paciente para poderem passar pelo tratamento da melhor maneira;
  • Auxiliar mediando conflitos, especialmente aqueles que são relacionados com o fim da vida;
  • Assumir a responsabilidade de comunicar notícias indesejáveis.

Ao certo sabemos que:

Profissionais de enfermagem e outros relacionados à área de saúde tem que se capacitar, de forma continuada, a exercer cuidados paliativos em oncologia pediátrica.

E desta forma, tratar com máximo de humanidade as pessoas que são acometidas por este mal.

O estágio de enfermagem e sua influência no futuro profissional

O estágio de enfermagem é de suma importância para ajudar a desenvolver competências profissionais de forma mais completa.

É significativo dizermos, primeiramente, que a formação de um profissional não pode ser pavimentada apenas em cima de estudos teóricos.

O conhecimento do espaço de atuação é fundamental para que o aluno de enfermagem (e não apenas ele) expanda conhecimentos e consiga fazer a transição entre teoria e prática.

Sendo assim, neste artigo vamos abordar o que envolve a enfermagem e o tempo de prática chamado de estágio.

Pensando sempre na relevância para a formação completa do futuro profissional desta área.

Estágio de enfermagem: Passo essencial para formação

É natural, devido à alta competitividade, que o mercado exija profissionais bem preparados e com habilidades necessárias para encarar diferentes desafios diários do trabalho.

No curso de enfermagem, o aluno se encontra com a teoria. Porém, às vezes é complicado para este estudante relacionar conhecimento teórico e prática.

Principalmente se não passar por uma vivência, no qual poderá experimentar momentos reais e principalmente ter sapiência para desenvolver uma análise do cotidiano.

Nesse contexto, surge a oportunidade de estagiar, o que é providencial para o crescimento da pessoa que escolheu enfermagem.

Além disso, através do estágio, é possível saber se o estudante está ou não preparado o suficiente para encarar o mercado de trabalho.

O estágio de enfermagem e as relações interpessoais

Outro fator extremamente relevante no estágio de enfermagem é a relação interpessoal.

Essa relação entre pessoas, permite uma melhora significativa do processo de aprendizagem, especialmente nesta área profissional.

Pois, quando se encontra no ambiente de estágio, o aluno acaba tecendo relações com outros colegas e funcionários da instituição no qual está estagiando.

Isto é essencial, pois um dos pilares principais da enfermagem é o trabalho em equipe.

Durante seu estágio, também irá se deparar com diversos sentimentos, que tem a capacidade de ter influência tanto positiva quanto negativa no desempenho.

Ansiedade, medo e outras sensações como empatia pelos pacientes ou com outros profissionais se constituem nesse viés de formação e que podem acompanhar o aluno na experiência do estágio de enfermagem.

Sendo que muitos destes sentimentos, possivelmente, nunca foram experimentados antes, durante o curso.

Benefícios do estágio de enfermagem

Além de extrapolar o conhecimento adquirido no ambiente educacional, outros benefícios podem ser observados, como por exemplo:

  • A convivência próxima com colegas de profissão, desde estagiários até funcionários da instituição, mais experientes;
  • A troca de informações e vivências com estas pessoas que possuem maior experiência na área;
  • Oportunidade única de autodescoberta neste campo profissional;
  • Lidar com responsabilidades que lhe são atribuídas;
  • Desenvolver liderança e trabalho em equipe;
  • Possibilidade de exercer autonomia, aperfeiçoando desta forma cada vez mais o seu crescimento como profissional.

Sem dizer que, durante o estágio, o estudante não vai apenas ter contato com atividades ligadas aos pacientes, mas também com todo o procedimento diário de uma instituição de saúde.

Tarefas como gerenciamento e manipulação de objetos e remédios, atendimento a pacientes, e principalmente aprender como tomar decisões no setor lhe serão instruídas.

Por fim, fica claro a importância do estágio de enfermagem no desenvolvimento pessoal e profissional do aluno.

Por isso, é importante que o curso de enfermagem que irá escolher, tenha proatividade e visão ampla, principalmente busque alianças com instituições que proporcionem o crescimento do seu conhecimento, através de um estágio.

Porque será assim que irá se desenvolver completamente, tornando-se um enfermeiro ou enfermeira competente e colaborativo.

Para estágios construtivos e ricos em aprendizagem estude na ………

Ética na enfermagem contemporânea

Enfermagem, por ser algo que lida fundamentalmente com pessoas, precisa ter padrões éticos bem definidos. Leia o que isso envolve neste artigo.

Todos sabemos que o setor de saúde no Brasil está em constante mudança e para os profissionais da área, adaptações também são requisitadas.

Entretanto, diante dos desafios da contemporaneidade, nunca foi tão necessário abordar a ética na área da saúde, principalmente na tangente profissionais de campo.

Sendo assim, com este artigo, pretende-se relatar alguns princípios éticos relativos à enfermagem em especial nos dias de hoje.

Ética e enfermagem

Ética é, basicamente, a somatória de diversos valores morais tanto de indivíduos quanto de grupos.

É dentro do escopo da ética que encontramos melhores maneiras de conviver uns com outros e de ter uma vida mais justa e plena.

Quando falamos de ética na enfermagem, exploramos o campo de relações que existe entre profissional e paciente, visando respeitar direitos e dignidade humana.

Existem diferenças significativas entre a ética na enfermagem e a médica.

Isto porque o enfermeiro tem que ter uma postura bem mais colaborativa junto do paciente.

Sempre visando conservar sua dignidade e autonomia, respeitando decisões com relação, inclusive, ao seu próprio tratamento.

Afinal de contas, a própria profissão baseia-se na ação do cuidar, buscando sempre o embasamento no diálogo e na valorização da individualidade de cada um.

E o desafio da época contemporânea é integrar também estes princípios éticos com o aumento do conhecimento científico-técnico.

E, claro, cursos de enfermagem devem ter protagonismo em trabalhar com a ética nos cursos da área que oferecem.

Princípios da ética na enfermagem

Existem alguns princípios comuns, que são defendidos por diversos autores dentro da literatura de enfermagem.

Estes constituem em um ‘bom corpo ético’ para todos os profissionais desta área.

  1. Confiabilidade e inviolabilidade

Um dos princípios mais importantes na enfermagem é o da confiabilidade. Isto significa não comentar quaisquer incidentes que se passaram no hospital, tão pouco detalhes sobre pacientes.

Igualmente abrange evitar comentários feitos fora do horário de serviço, além de discrição em relação a ocasionais perguntas feitas por familiares, as quais deverão ser relatadas aos superiores.

Também dentro deste tópico, existe a inviolabilidade das informações que constam na ficha do paciente.

Pois o que está ali é conteúdo privado e de acesso único a pessoas que estão envolvidas diretamente no seu atendimento.

  1. Preservação da intimidade

Tanto enfermeiros, como auxiliares e médicos devem respeitar a intimidade do paciente.

Discrição e cuidados como, por exemplo, sempre cobri-lo para quaisquer posições ou exames terapêuticos devem ser irredutíveis.

  1. Relação interpessoal

A relação entre colegas é outro princípio ético a ser respeitado por quem faz enfermagem.

Maledicências, tanto relativas à superiores, funcionários ou pacientes não cabem dentro do ambiente de trabalho.

E, seguindo este raciocínio, o respeito deve imperar no decorrer do serviço. Respeito e lealdade aos colegas, supervisores e pacientes é vital.

  1. Responsabilidade

Outro contexto onde a ética na enfermagem é crucial, diz respeito ao nível de responsabilidade.

Algumas partes importantes deste princípio são:

  • Aceitar funções e obrigações;
  • Sempre se antecipar às necessidades do paciente;
  • Não ultrapassar suas habilidades ou responsabilidades;
  • Conhecer bem o escopo de seu trabalho;
  • Assumir ocasionais falas de julgamento ou erros, reportando sempre à superiores, evitando assim colocar a vida de terceiros em risco.

Por fim, é tarefa eminente a um curso de enfermagem é zelar pelo ensino da ética, tanto no perfil pessoal como na prática de um enfermeiro ou enfermeira.

Pois é dessa forma que a humanização ocorre, porém, sem deixar de lado a proposta maior da área que é auxiliar o médico a tratar do paciente.